Estreia hoje em circuito nacional, Perfeita É A Mãe! (Bad Moms), que pode ser considerada um tipo de comédia "teen 80" para não teens. É um filme semelhante aqueles de adolescentes que brigam na escola, mas desta vez, quem briga são as mães. A história apresenta três mães cansadas dos seus excessos de responsabilidades e se unem para mudar as suas rotinas. Uma delas é Amy Mitchell (Mila Kunis de TED), uma mulher muito atarefada com trabalho, filhos e casa. A outra mãe é a solitária, tímida e recatada Kiki (Kristen Bell, a voz da Anna de Frozen)) e a terceira é a solteira e espalhafatosa Carla (Kathryn Hahn).
Juntas, as três com perfis extremamente diferentes embarcam em ousados programas nada maternais, decretando guerra contra as mães perfeitas. Com essas novas atitudes, elas enfrentam a convencional líder da Associação de Pais e Mestres da escola de seus filhos, a Gwendolyn (Christina Applegate, a filha do seriado "Um Amor de Família").
O que chama a atenção na história é justamente o argumento em si. Como as mães da atualidade se comportam, as obrigações exageradas que são recaídas sobre elas: têm que ser boas esposas, boas mães e profissionais. Óbvio que alguma coisa fica no meio do caminho. Outro ponto curioso é a semelhante de Christina Applegate com a atriz brasileira Danielle Winits. É um bom filme para assistir sem preocupações. E quem sabe, apesar do tom exagerado em alguns momentos, refletir sobre mães e os pais que só falam "sim" e acabam criando "pequenos monstros" na sociedade.
Juntas, as três com perfis extremamente diferentes embarcam em ousados programas nada maternais, decretando guerra contra as mães perfeitas. Com essas novas atitudes, elas enfrentam a convencional líder da Associação de Pais e Mestres da escola de seus filhos, a Gwendolyn (Christina Applegate, a filha do seriado "Um Amor de Família").
O que chama a atenção na história é justamente o argumento em si. Como as mães da atualidade se comportam, as obrigações exageradas que são recaídas sobre elas: têm que ser boas esposas, boas mães e profissionais. Óbvio que alguma coisa fica no meio do caminho. Outro ponto curioso é a semelhante de Christina Applegate com a atriz brasileira Danielle Winits. É um bom filme para assistir sem preocupações. E quem sabe, apesar do tom exagerado em alguns momentos, refletir sobre mães e os pais que só falam "sim" e acabam criando "pequenos monstros" na sociedade.



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