“Sob a lua, num velho trapiche abandonado...” é a senha para entrar no universo de Jorge Amado. Um dos maiores escritores baianos, está, ao lado de José Lins do Rego, representando o Nordeste no cenário literário brasileiro, retratando in loco sua terra em todos os ângulos. “Capitães da Areia”, publicado em 1937, tem como mote os menores abandonados. Sim, minha gente. Passam-se os anos e a questão das crianças de rua continua quase que inalterada, revelando a ineficiência do Poder Público no que tange ao tema.
Seja o governo que for, essa e tantas outras questões já parecem ter se tornado de estimação, tamanho é o tempo que permanece em voga. Tanto é verdade que “Capitães da Areia” poderia muito bem se passar nos dias atuais, e não no começo do Século XX. Notem: um romance escrito na juventude do século passado. Veja resenha completa acessando ao link do Um Expresso Com Letras.
Seja o governo que for, essa e tantas outras questões já parecem ter se tornado de estimação, tamanho é o tempo que permanece em voga. Tanto é verdade que “Capitães da Areia” poderia muito bem se passar nos dias atuais, e não no começo do Século XX. Notem: um romance escrito na juventude do século passado. Veja resenha completa acessando ao link do Um Expresso Com Letras.


1 comentários:
Me interessei. Parece ser muito bom!
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