O Papo de Budega faz uma edição especial de resenha de anime. Os leitores sabem que as resenhas ocorrem às sextas-feiras, porém, dada a urgência da ocasião, colocaremos comentários de Dragon Ball Z – A Batalha dos Deuses (ドラゴンボールZ: 神と神) hoje. O motivo é um tanto simples. Apesar desta animação ser muito boa, não deve ficar em cartaz mais que duas semanas nos cinemas.
Depois de muitos anos desde a batalha contra Majin Boo, outra crise está para abalar a pacífica Terra. Enquanto há um deus que origina e faz nascerem as estrelas, há um outro que as destrói: Bills, o deus da destruição. Ele retornou de seu sono depois de um longo período. Num confronto épico contra um inimigo ainda mais poderoso que Freeza, Cell e Majin-Boo, para surpresa do fãs, a animação mostrará Goku no nível "deus Super Saiyajin".
Decidimos fazer esta resenha para apontar aos fãs de animação japonesa que vale muito a pena assistir a Dragon Ball Z – A Batalha dos Deuses (ドラゴンボールZ: 神と神) nos cinemas. Primeiro: porque não é sempre que se tem animes nas telonas. Segundo: o longa-metragem de 85 minutos é realmente muito bom.
Com muitas cenas de lutas, o ponto forte definitivamente são as tiradas cômicas. Há sequências memoráveis que ficaram geniais. Especialmente pelas referências dentro da própria obra. E, curiosamente, um dos personagens mais "machões" dos animes, Vegeta, conseguiu com meia dúzia de palavras e ações o que muito "herói shoujo" nunca conseguiu ser: encantador.
Outro ponto excelente nas história é sua dublagem. O título tem os artistas originais da série clássica da TV. Difícil dizer quem mais se destacou, contudo, poderíamos dizer que Marcelo Pissardini, o deus da destruição -, Alfredo Rollo como Vegeta, Tânia Gaidarji como Bulma e Elcio Sodré como Pilaf pareciam estar realmente se divertindo com seus personagens.
Retomamos mais uma vez as primeiras linhas. Dragon Ball Z – A Batalha dos Deuses (ドラゴンボールZ: 神と神) merece ser visto nos cinemas. E, esta semana ainda, pois infelizmente, animes têm vida curta nas telonas. A Toei Animation conseguiu fazer um filme tão bom quanto um pudim fresquinho. E, esta última referência tem todo um sentido de ser. Só vendo Goku e Cia para compreender.
Depois de muitos anos desde a batalha contra Majin Boo, outra crise está para abalar a pacífica Terra. Enquanto há um deus que origina e faz nascerem as estrelas, há um outro que as destrói: Bills, o deus da destruição. Ele retornou de seu sono depois de um longo período. Num confronto épico contra um inimigo ainda mais poderoso que Freeza, Cell e Majin-Boo, para surpresa do fãs, a animação mostrará Goku no nível "deus Super Saiyajin".
Decidimos fazer esta resenha para apontar aos fãs de animação japonesa que vale muito a pena assistir a Dragon Ball Z – A Batalha dos Deuses (ドラゴンボールZ: 神と神) nos cinemas. Primeiro: porque não é sempre que se tem animes nas telonas. Segundo: o longa-metragem de 85 minutos é realmente muito bom.
Com muitas cenas de lutas, o ponto forte definitivamente são as tiradas cômicas. Há sequências memoráveis que ficaram geniais. Especialmente pelas referências dentro da própria obra. E, curiosamente, um dos personagens mais "machões" dos animes, Vegeta, conseguiu com meia dúzia de palavras e ações o que muito "herói shoujo" nunca conseguiu ser: encantador.
Outro ponto excelente nas história é sua dublagem. O título tem os artistas originais da série clássica da TV. Difícil dizer quem mais se destacou, contudo, poderíamos dizer que Marcelo Pissardini, o deus da destruição -, Alfredo Rollo como Vegeta, Tânia Gaidarji como Bulma e Elcio Sodré como Pilaf pareciam estar realmente se divertindo com seus personagens.
Retomamos mais uma vez as primeiras linhas. Dragon Ball Z – A Batalha dos Deuses (ドラゴンボールZ: 神と神) merece ser visto nos cinemas. E, esta semana ainda, pois infelizmente, animes têm vida curta nas telonas. A Toei Animation conseguiu fazer um filme tão bom quanto um pudim fresquinho. E, esta última referência tem todo um sentido de ser. Só vendo Goku e Cia para compreender.
















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